A Bria e Eu (Bria and me)

A amizade que está desenvolvendo entre a minha companheira de trabalho, BRIA, e eu já me mudou. Me faz lembrar de amizades antigas com outros negros porque de novo, estou aprendendo muitas coisas sobre a cultura deles e mais importante, como é lidar a vida de negro.

Em oposição ao Brasil, os negros aqui evoluiu uma cultura distinta nacional, com uma cozinha própria, um dialeto de inglês diferente (se chama “ebonics”) e até normas culturais diferentes (e.g., eles conversam mais alto do que os brancos e falam com mais intensidade). Todos estes fatores se envolvem na interação e intercâmbio entre a Bria e eu.

Quanto mais tempo eu fico brincando e discutindo as questões sociais e políticas da nossa sociedade com Bria, eu pego mais perspectiva. O que eu adoro sobre nossa amizade é a franqueza de um ao outro: ela me diz diretamente e abertamente sobre o sofrimento do povo dela, bem como a realidade assustador que os negros tem que trabalhar mais duro para ficar respeitados. Sem falar do fato que no comercio, se tratam mal os negros. As pessoas ignorantes, muitas vezes brancos, assumem que o negro vai roubar a loja, contar mal a transação para enganar o cliente, ou ser incapaz de calcular dinheiro. É irritante. É injusto.

Apesar disso, o senso de humor dela é formidável. Sempre trabalho rindo e dando gargalhadas ao lado dela, uma mistura de trabalho duro e diversão autentica. Ela é uma lembrança pessoal semanal da imensidade deste país e da variedade das culturas dele.

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