on the year c.e. 2012 | sobre o ano 2012 e.a.

(Versão português embaixo do texto inglês. Críticas construtivas apreciadas!)

The world will probably not end this year. No, the Apocalypse is not here — just yet.

Instead, 2012 may end up being one of those crucial turning points in human history, like the advent of fire or the invention of agriculture, in which our species realizes that it must radically rethink the way it lives on Earth. This may be the year that we — or at least those of us with an ear to the ground — realize that it’s not Apocalypse Now, it’s Apocalypse NIGH.

Here’s a teaser of things to come (my emphasis in bold):

A failure to respond will assure an ecological nightmare that will most probably be accompanied by an economic, social and political breakdown. The human species, the report says, will cross “critical social system thresholds,” and “existing institutions that would have supported adaptation actions would likely become much less effective or even collapse.” The “stresses on human health, such as heat waves, malnutrition, and decreasing quality of drinking water due to seawater intrusion, have the potential to overburden health-care systems to a point where adaptation is no longer possible, and dislocation is forced.

Read the rest of the article by Chris Hedges here.

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O mundo não vai acabar neste ano, provavelmente. Não, o Apocalipse não chegou ainda.

Na realidade, o ano 2012 é capaz de ser um desses pontos vitais de transformação na história humana, como o advento do fogo ou a chegada da agricultura, em que nossa espécie deve repensar radicalmente a maneira de viver no planeta. Isto pode ser o ano que nós — ou pelo menos, os de nós que estão prestando atenção — reparam que não é ‘Apocalipse Já,’ é ‘Apocalipse QUASE.’

Confira embaixo um trecho das coisas que podem estar a espera de nós (a minha énfase em negrito):

O fato de nos não ter respondido assegurarão um pesadelo ecológico que vai ser acompanhado, mais provavelmente, por um desabamento económico, social, e político. O espécie humano, diz o relatório, vai cruzar “limiares críticos de sistemas sociais,” e “as instituições atuais que teriam suportadas as medidas de adaptação provavelmente se tornariam muito menos eficazes ou até desmoronariam. Os “estresses na saúde humana, como as ondas de calor, a malnutrição, e a qualidade decrescente da água de beber por causa da intrusão de água do mar, são promissores sobrecarregar os sistemas de assistência médica até o ponto que a adaptação não é mais possível, e fica forçada a deslocação.

Leiam o resto do artigo pelo Chris Hedges aqui: “Fica Parado pela Apocalípse.

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7 responses to “on the year c.e. 2012 | sobre o ano 2012 e.a.

  1. Os países emergentes reclamam que os países industrializados, em especial os Estados Unidos e a UE (União Europeia), chegaram às negociações com propostas muito modestas e não estão comprometidos em cortar significantemente suas emissões de gases que causam o efeito estufa e nem em ajudar as nações mais vulneráveis.

    A grande decepção dos emergentes se dá no debate sobre o futuro do Protocolo de Quioto e nas discussões em torno da chamada LCA (Long Term Cooperative Action), que trata do financiamento climático e da transferência de tecnologias limpas.

    O avanço da Plataforma de Durban, que é a base do novo acordo climático prevista para entrar em vigor em 2020, só vai acontecer depois que a LCA e Quioto estiverem resolvidos.

    Mas ainda é preciso questionar as pesquisas científicas que atestam os efeitos nefastos da ação humana sobre o clima da Terra, porque não está ao alcance dos seres humanos causar mudanças climáticas – podem causar alterações do meio ambiente, mas não do clima.

    Muitos cientistas consideram absolutamente desprezível a contribuição humana para as emissões globais de CO2 que se verificam no planeta.

    Os dados empíricos demonstram que desde 1998 não está acontecendo o aquecimento global previsto pelos modelos informáticos utilizados pelo Intergovernamental Painel on Climate Change (IPCC) da ONU. Por isso, de forma oportunista, eles mudaram a expressão “aquecimento global” – que já não correspondia à verdade factual – para a expressão mais ambígua de “alterações climáticas” (que sempre existiram ao longo de toda a história do planeta Terra).

    No texto “Aquecimento global: uma impostura científica”, Marcel Leroux, professor de Climatologia da Universidade Jean Moulin, Lyon III, França, e diretor do Laboratório de Climatologia do Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS) diz que o aquecimento global é uma hipótese fornecida por modelos teóricos baseada em relações simplistas que anunciam um aumento da temperatura, proclamado mas não demonstrado.

    São numerosas as contradições entre as previsões e os fatos climáticos observados diretamente. Para ele, então, a ignorância destas distorções flagrantes constitui uma impostura científica.

    • Olá e obrigado por comentar.

      As suas opiniões já têm sido invalidado pelo consenso científico mundial. Você sustenta que os seres humanos não podem alterar o clima, mas não só é falso este argumento, também é sem razão. A grande maioria dos corpos científicos do mundo já estão de acordo sobre a realidade do efeito estufa e o aquecimento global. Não é mais uma teoria; na verdade é uma realidade baseada em fatos científicos bem-estabelecidos.

      Já estamos nos sentindo os efeitos do aquecimento global, no meu país e nos outros: eventos de tempo extremo nos EUA, na África, o derretimento (?) das calotas glaciais, enchentes que cobram 3/5 de Paquistão no ano 2011, o derretimento dos glaciares, as secas mais severas há décadas, a diminuição no volume das safras, e continua a lista!

      Talvez o exemplo mais chocante deste fenômeno é que várias nações de ilha são desaparecendo, literalmente. É por isso que tais nações foram as primeiras alertar o mundo da ameaça real do nível crescente de mar, que está diretamente machucando estes países. Os países mais pobres, das nações de ilha aos países de África, serão (e são) mais severamente afeitados.

      Todos estes efeitos são bem documentados, relacionados um do outro, e inexplicáveis fora do contexto de mudança ecológica e climática mundial.

      • A questão ausente no debate ambiental é a questão do poder sobre os recursos do planeta.

      • Anarchist Publications

        Isso porque disputas por esse poder são reais e estão em jogo particularmente quando se discute a elaboração de políticas – nacionais ou internacionais – relativas ao meio ambiente.

  2. Anarchist Publications

    Isso porque disputas por esse poder são reais e estão em jogo particularmente quando se discute a elaboração de políticas – nacionais ou internacionais – relativas ao meio ambiente.

  3. The world hasnt come to an end, but i agree that society MAY be in its way to colapse… however, this feeling isnt new. since 18th century people think that global economy is about to crush, and that the population is growing way quickier than food production, but new tecnologies were created and now we have a production big enough to feed one and a half worlds… we all know that society is gonna end up someday, and the environment issues are bringing this day closer and closer, but I’m a little skeptic about greenhouse effect and other teories like this… what do you think bout that?

  4. Hello Hermano

    Indeed, since the beginning of capitalism there has been this constant economic instability, leading to several major economic busts like the Great Depression in the 30s, the oil crisis in the 70s, and the Great Recession of the 2010s (happening right now).

    That said, the economic problems we face today are far more severe than ever before in the history of capitalism. The Eurozone for example is mired in economic crisis and highly unstable, with unsuccessful austerity being imposed on the poorest of the continent. Globally, the rich are getting richer, and the poor are getting poorer. Corporations have ruined democracies, from Brazil to the United States to Russia. The type of capitalism that the US developed and that the world has now adopted is destroying the natural capital (ecosystems, water purity, air quality, etc) that make it possible for humans to live on Earth. Also, this capitalist system is sickening the world population through chemicals, mental illnesses from poverty / social inequality, and the list goes on…

    Environmental issues aren’t just issues anymore I feel; rather, they have together become a crisis. This planetary environmental crisis is actually very serious now, and I could go on and on with statistics about overfishing, deforestation, plastic pollution, and biodiversity loss, but that would just bore you. The point is that humanity is consuming FAR too many resources at too fast a rate, and that humanity is causing the extinction of species at 1000 times the normal rate. Moreover, this consumption is sending compounds into the atmosphere which are warming it by trapping more sunlight.

    The greenhouse effect and man-made global warming are scientific realities, like the existence of the sun or the dinosaurs. Although I applaud you for being skeptical, I am also concerned, Hermano, because to be skeptical about it is like being skeptical that human bodies contain cells, or that there is life at the bottom of the ocean.

    I recommend reading these articles if you’re still skeptical about global warming:

    http://grist.org/series/skeptics/

    http://www.globalissues.org/article/233/climate-change-and-global-warming-introduction

    http://www.livescience.com/19466-climate-change-myths-busted.html

    http://www.nytimes.com/2012/07/30/opinion/the-conversion-of-a-climate-change-skeptic.html?pagewanted=all&_r=0

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